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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Nycomed realizará estudo global sobre terapia para tratamento da DPOC

Pesquisa clínica avaliará o uso de terapias combinadas para tratar a DPOC em 21 países, incluindo o Brasil.
A Nycomed Pharma anuncia a realização de um estudo clínico global com o objetivo de avaliar os benefícios do medicamento Daxas® quando associado às terapias combinadas para tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC. Daxas® é o primeiro e único anti-inflamatório de uso oral que reduz a frequencia das exacerbações em pacientes que sofrem de DPOC. Neste estudo, aproximadamente 2 mil pacientes, em 21 países, incluindo o Brasil, utilizarão Daxas® durante o período de um ano, juntamente com medicamentos convencionais, como broncodilatadores (beta-2 agonistas ou anticolinérgicos) de longa duração associados a corticóides inalatórios. O objetivo é avaliar e reforçar sua eficácia na redução da incidência de exacerbações e na melhora da qualidade de vida dos pacientes.
Aprovado pela Anvisa em fevereiro de 2011, o Daxas® chegará ao mercado brasileiro ainda no primeiro semestre deste ano para revolucionar o tratamento da DPOC. Sua ação ajuda a diminuir as crises, também chamadas de exacerbações, que são responsáveis pela rápida progressão da doença e piora da qualidade de vida.

Segundo a OMS, as doenças respiratórias matam cerca de quatro milhões de pessoas por ano e todas são tratáveis e podem ser prevenidas. Segundo o DATASUS, a doença mata 33 mil pessoas por ano no Brasil e deve se tornar a terceira causa de morte até 2030 em todo o mundo.

Daxas® tem como principio ativo o Roflumilaste, sintetizado pela primeira vez no ano de 1993, pelo falecido Dr. Hermann Amschler, pesquisador do laboratório Byk Gulden, em Konstanz, Alemanha. É o primeiro fármaco de uma nova classe, os inibidores da fosfodiesterase 4. Daxas® atua com foco na inflamação específica da DPOC e já faz parte das Diretrizes Globais de Tratamento da DPOC (GOLD – Global Initiative for chronic Obstructive Lung Disease).

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Acordo com a Roche permitirá que Farmanguinhos produza medicamento contra rejeição de órgãos transplantados

coletiva-farmanguinhos-fiocruz-micofenolato-mefotilaUm acordo fechado na última quarta-feira, 30 de março, entre Farmanguinhos e a farmacêutica Roche permitirá que o Brasil passe a produzir o medicamento Micofenolato de Mofetila, indicado contra a rejeição de órgãos transplantados, principalmente rins.

Já em 2011 Farmanguinhos fornecerá ao Sistema Único de Saúde (SUS) 9 milhões de comprimidos. Em 2010, o Ministério da Saúde gastou mais de R$ 15 milhões na aquisição do medicamento para pacientes transplantados.  Com a internalização de todo o processo de produção do medicamento, a estimativa é que o gasto anual do governo diminua nos próximos anos.

A partir de 2012, a Farmanguinhos produzirá 20 milhões de comprimidos do Micofenolato de Mofetila por ano. A parceria entre Farmanguinhos e a Roche também prevê intercâmbio de tecnologia para a produção de medicamentos contra câncer, doenças neurológicas e virais. Participaram da assinatura, na sede da Fiocruz, o presidente da Instituição, Paulo Gadelha, o diretor de Farmanguinhos, Hayne Felipe, o presidente da Roche Mundial, Severin Schwane, e o secretário de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.

Fonte:
Texto e Imagem Portal Farmanguinhos
Por Alexandre Matos

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Medley é a empresa mais citada nas Mídias Sociais

Estudo inédito da MITI Inteligência apontou que a líder em genéricos é a empresa farmacêutica mais citada em notícias e redes sociais.
A MITI Inteligência realizou um estudo inédito sobre a indústria farmacêutica na era digital. Entre 19 e 23 de janeiro de 2011, foram capturadas mais de 850 interações em redes sociais, citando os termos “indústria farmacêutica”, “automedicação” ou um dos 13 laboratórios monitorados. “O objetivo da análise é avaliar como está a imagem das grandes empresas farmacêuticas junto à população”, explica Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.
A Medley, terceira maior empresa farmacêutica e líder em genéricos no Brasil, foi o laboratório mais citado, com 60% das interações em mídias sociais – Twitter, Facebook, Youtube, blogs, fóruns e sites de reclamação. Em seguida vieram as empresas Bayer, com 11,5% das menções, e Eurofarma, com 5,5%. A Medley investe em patrocínios para fortalecer sua imagem junto ao público e usa seu site oficial para promover o trabalho realizado, mantendo uma página exclusiva sobre o time de vôlei Medley Campinas e outra dedicada à equipe Medley de Stock Car.
Os patrocínios esportivos também foram responsáveis pela repercussão da Medley na imprensa. No período do estudo, foram monitoradas também notícias da imprensa on-line e o laboratório foi citado em um terço das veiculações. “Essa repercussão na imprensa influencia diretamente o buzz nas mídias sociais já que muitas das menções são replicações de notícias sobre a marca”, ressalta.
A Bayer, segundo laboratório farmacêutico mais citado no período, procura fortalecer sua imagem por meio de projetos de responsabilidade sócio-ambiental, entre eles, o Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais. No período do estudo, entretanto, 65% das menções em redes sociais foram negativas, replicando uma notícia que levantou a discussão sobre um dos inseticidas da marca que estaria matando abelhas em todo o mundo. “Devido à força da disseminação nas redes sociais, uma notícia pode resultar em um buzz negativo para a empresa. Não monitorar essa repercussão pode representar a perda de uma grande oportunidade, inclusive de fortalecimento da marca”.
O terceiro laboratório mais citado, Eurofarma, também deve boa parte de sua repercussão às atividades de patrocínio. O laboratório é ativo nas mídias sociais, mantendo um blog dedicado a sua equipe da stock car, uma página institucional no Facebook, perfil no Twitter, além de canal no Youtube e Flickr.
Os outros laboratórios monitorados – Abbott, Astrazaneca, Glaxosmithkline, Merck, Norvartis, Pfizer, Roche, Sanofi-Aventis, Wyeth e EMS – somaram juntos 23% de citações em mídias sociais. Na imprensa online, a Medley foi a mais citada com 33% das notícias capturadas, seguida pela Roche (16%), Sanofi-Aventis (13%) e Pfizer (12%).
Fonte:  MITI

Sanofi Aventis compra a Genzyme por 19,2 Bilhões


A Sanofi-Aventis fechou acordo para comprar a Genzyme por US$ 19,2 bilhões em dinheiro mais o direito a um valor futuro, dependendo das vendas de um remédio em experimento da Genzyme, de acordo com duas fontes com conhecimento do assunto. Pelo acordo, os acionistas da Genzyme receberão US$ 74 por ação em dinheiro mais um valor variável conforme o desempenho das vendas do remédio Lemtrada, para esclerose múltipla.
Representantes da Sanofi não comentaram o assunto ontem. O porta-voz da Genzyme, Bo Piela, afirmou que não podia confirmar se um acordo já tinha sido fechado. O anúncio oficial deve ser feito hoje.
Doenças raras. A aquisição - a segunda maior da história envolvendo uma empresa de biotecnologia - dá à francesa Sanofi, que negociou com a Genzyme por quase nove meses, participação no mercado de medicamentos para doenças raras. Com isso, a Sanofi poderá compensar sua receita em declínio por conta de remédios que perderam a patente e enfrentam competição de genéricos.
Em 2010, acionistas da Genzyme rejeitaram uma oferta da Sanofi de US$ 69 por ação. Ontem, as ações da Genzyme registravam alta de 3,5% no meio da sessão em Nova York, para US$ 74,28. Já as ações da Sanofi subiam 1,8%.
As informações são da REUTERS