União cria maior empresa de varejo farmacêutico do país, diz comunicado.
Em número de lojas, nova companhia fica atrás da Raia Drogasil.
A Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco anunciaram nesta terça-feira (30) a fusão dos negócios de varejo farmacêutico das duas companhias e a criação da Drogarias DPSP S.A. (DPSP).
Segundo comunicado das empresas, a "nova companhia nasce como a maior empresa varejista de produtos farmacêuticos e 7ª maior rede de varejo do país, com receita bruta combinada de R$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho de 2011, 691 lojas e presença em 5 estados brasileiros".
A Drogaria São Paulo e a Pacheco utilizaram o critério faturamento para se definirem como a maior empresa de varejo farmacêutico do Brasil. Em termos de número de lojas, entretanto, a nova companhia fica atrás da Raia Drogasil, que concentra uma rede com 720 drogarias (362 da Droga Raia e 358 da Drogasil) em nove estados e R$ 4,1 bilhões de receita bruta.
Com a operação, foi criada uma nova companhia, mais forte e competitiva com operações altamente complementares. As marcas “Drogaria São Paulo” - líder no estado de São Paulo - e “Drogarias Pacheco”- líder no estado do Rio de Janeiro serão mantidas", afirmam a DPSP em comunicado.
A gestão da nova companhia será compartilhada entre o Grupo Carvalho e o Grupo Barata, que terão iguais poderes na definição e implementação das estratégias da companhia. A nova empresa terá como presidente do Conselho de Administração Samuel Barata e será presidida por Gilberto Martins Ferreira.
A empresa não fez comentários a respeito da sobreposição de pontos ou sobre ganhos de sinergia esperados pelo comando
O Pátria Investimentos e o escritório Machado Meyer atuaram como assessores financeiro e legal da Drogaria São Paulo. O Banco Espírito Santo e o escritório Pinheiro Neto trabalharam para a Drogarias Pacheco.
A fusão será agora submetida à apreciação das autoridades brasileiras de defesa da concorrência.
Drogaria São Paulo
Com 68 anos de atuação, a Drogaria São Paulo é hoje a 2ª maior rede de varejo farmacêutico do Brasil, com cerca de 348 unidades em operação nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, segundo informou a companhia. A rede faturou R$ 2,2 bilhões em 2010 e atende mais de 6 milhões de clientes por mês. No ano passado adquiriu as 72 lojas da rede Drogão.
Drogarias Pacheco
A Drogarias Pacheco é uma empresa com quase 120 anos de atuação que comercializa medicamentos e produtos de higiene e beleza com presença líder em todo o estado do Rio de Janeiro. A companhia tem 343 lojas, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A Drogarias Pacheco informa ter obtido em 2010 faturamento de R$ 1,8 bilhão, com cerca de 7 milhões de clientes atendidos por mês.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Multinacionais farmacêuticas já detêm 40% do mercado de genéricos no Brasil
Multinacionais farmacêuticas já detêm 40% do mercado de genéricos no Brasil. Há três anos, essa fatia era de apenas 12%, segundo dados da Pró Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos).
A "desnacionalização" do setor se acirrou a partir de 2009, com a compra do laboratório Medley pela francesa Sanofi-Aventis, por R$ 1,5 bilhão. De lá para cá, ao menos outras quatro aquisições (veja quadro) foram feitas, e a procura por novos negócios continua acirrada.
"Há conversa para todos os lados. Não só de compra, mas também de acordos de transferência de tecnologia e de outras parcerias", diz Odnir Finotti, da Pró Genéricos.
Três empresas, a italiana Zambom, a suíça Ferring Pharmaceuticals e a dinamarquesa Nycomed, planejam investimentos e parcerias no Brasil. Mas, segundo analistas, está difícil fechar negócios, pois os preços dos ativos farmacêuticos dispararam.
"Já tentamos fazer aquisição de cinco ou seis empresas, mas ainda não deu certo. Estou há 30 anos no mercado farmacêutico e nunca vi nada igual", afirma Wilson Borges, presidente da Zambom do Brasil.
Segundo ele, a empresa deve fechar em outubro parceria para licenciar de quatro a cinco produtos -por razões contratuais, ele não pode revelar detalhes do negócio.
INTERESSE
O crescimento econômico brasileiro, o aumento do poder de compra, especialmente nas classes C e D, e as políticas governamentais de acesso a remédios são razões que explicam o interesse no país, hoje o segundo mercado que mais cresce no mundo só perde para a China.
As farmacêuticas internacionais, por sua vez, precisam buscar alternativas de mercado, já que têm reduzido seu portfólio de produtos de inovação e suas patentes de medicamentos "blockbusters" (campeões de venda) estão em processo de expiração.
"Ninguém é melhor para copiar que o próprio autor. Se você juntar a dificuldade de descoberta de novos medicamentos e o fato de que o mundo inteiro vai ter genéricos, nada mais óbvio que investir em genéricos", diz Antonio Brito, presidente de Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).
O mercado de genéricos faturou R$ 6,2 bilhões em 2010, alta de 37,7% ante o ano anterior, segundo balanço divulgado pelo IMS Health, instituto que audita o desempenho da indústria farmacêutica no Brasil e no mundo.
O setor movimenta 21,3% dos volumes totais de remédios no país e 17% em valor. Nos EUA, o volume de genéricos chega a 70% do total.
Para Finotti, ainda há folga para crescimento do setor. "A participação de genéricos na venda total de medicamentos deve atingir até 50% nos próximos anos."
Brito, porém, não é tão otimista. "A onda do ´cheguei, tem mercado novo e ocupei´ já teve melhores dias. A concorrência com a Índia e a China está muito violenta."
BIOLÓGICOS
Um outro mercado que ganha a cada dia mais interesse das multinacionais é o de medicamentos biológicos, que, no fim do ano passado, passou a ter nova regulamentação no país.
Em abril deste ano, a americana Amgen anunciou a aquisição da brasileira Bergamo por US$ 215 milhões.
A "desnacionalização" do setor se acirrou a partir de 2009, com a compra do laboratório Medley pela francesa Sanofi-Aventis, por R$ 1,5 bilhão. De lá para cá, ao menos outras quatro aquisições (veja quadro) foram feitas, e a procura por novos negócios continua acirrada.
"Há conversa para todos os lados. Não só de compra, mas também de acordos de transferência de tecnologia e de outras parcerias", diz Odnir Finotti, da Pró Genéricos.
Três empresas, a italiana Zambom, a suíça Ferring Pharmaceuticals e a dinamarquesa Nycomed, planejam investimentos e parcerias no Brasil. Mas, segundo analistas, está difícil fechar negócios, pois os preços dos ativos farmacêuticos dispararam.
"Já tentamos fazer aquisição de cinco ou seis empresas, mas ainda não deu certo. Estou há 30 anos no mercado farmacêutico e nunca vi nada igual", afirma Wilson Borges, presidente da Zambom do Brasil.
Segundo ele, a empresa deve fechar em outubro parceria para licenciar de quatro a cinco produtos -por razões contratuais, ele não pode revelar detalhes do negócio.
INTERESSE
O crescimento econômico brasileiro, o aumento do poder de compra, especialmente nas classes C e D, e as políticas governamentais de acesso a remédios são razões que explicam o interesse no país, hoje o segundo mercado que mais cresce no mundo só perde para a China.
As farmacêuticas internacionais, por sua vez, precisam buscar alternativas de mercado, já que têm reduzido seu portfólio de produtos de inovação e suas patentes de medicamentos "blockbusters" (campeões de venda) estão em processo de expiração.
"Ninguém é melhor para copiar que o próprio autor. Se você juntar a dificuldade de descoberta de novos medicamentos e o fato de que o mundo inteiro vai ter genéricos, nada mais óbvio que investir em genéricos", diz Antonio Brito, presidente de Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).
O mercado de genéricos faturou R$ 6,2 bilhões em 2010, alta de 37,7% ante o ano anterior, segundo balanço divulgado pelo IMS Health, instituto que audita o desempenho da indústria farmacêutica no Brasil e no mundo.
O setor movimenta 21,3% dos volumes totais de remédios no país e 17% em valor. Nos EUA, o volume de genéricos chega a 70% do total.
Para Finotti, ainda há folga para crescimento do setor. "A participação de genéricos na venda total de medicamentos deve atingir até 50% nos próximos anos."
Brito, porém, não é tão otimista. "A onda do ´cheguei, tem mercado novo e ocupei´ já teve melhores dias. A concorrência com a Índia e a China está muito violenta."
BIOLÓGICOS
Um outro mercado que ganha a cada dia mais interesse das multinacionais é o de medicamentos biológicos, que, no fim do ano passado, passou a ter nova regulamentação no país.
Em abril deste ano, a americana Amgen anunciou a aquisição da brasileira Bergamo por US$ 215 milhões.
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO – SP
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A Farmacêutica Takeda compra Nycomed por 14 bilhões
A Farmacêutica Japonesa Takeda anunciou ontem a aquisição da rival suíça Nycomed por US$ 14 bilhões. Parte desse valor, cerca de US$ 8,5 bilhões, será financiada. Ontem também a O laboratório americano Thermo Fisher Scientific (material de saúde) anunciou ter chegado a um acordo para comprar dos fundos europeus Cinven a especialista sueca em exames de sangue Phadia, por US$ 3,5 bilhões.
A Nycomed é dona de medicamentos como Neosaldina, Dramin e Nebacetin. No Brasil, a companhia suíça atua desde a década de 1950 e no ano passado registrou receita de R$ 630 milhões no País. A Neosaldina, que passará às mãos da japonesa, obteve em 2010 o quarto lugar entre os medicamentos mais vendidos do País, segundo pesquisa da MS Health.
O negócio faz parte da estratégia da companhia japonesa de avançar nos mercados emergentes. Hoje, 40% da receita da Nycomed vêm de mercados como Ásia, Rússia e América Latina.
A aquisição deve ser concluída até setembro deste ano, informou a companhia.
Aa Takeda é hoje a maior companhia farmacêutica do Japão. Segundo analistas de mercado, a compra anunciada hoje, dará acesso à japonesa a um novo medicamento aprovado para tratamento de doenças pulmonares, que deve se provar uma importante fonte de crescimento de receita. A Nycomed está bem posicionada na Rússia e no Brasil e, no ano passado, comprou uma participação majoritária em uma companhia chinesa.
Mercados emergentes foram responsáveis por quase dois quintos da receita da companhia em 2010 e devem gerar 60% das vendas até 2015. As vendas nesses mercados saltaram 30% no ano passado.
Com sede em Osaka, Japão, a Takeda Pharmaceutical Company Limited foi fundada há 227 anos. A Takeda opera em vários países, incluindo Japão, Estados Unidos, China, Cingapura, Taiwan, Tailândia, Filipinas, Canadá, Áustria, França, Irlanda, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Itália e México. Além das filiais de pesquisa e desenvolvimento nos Estados Unidos, a empresa possui centros de pesquisa globais no Japão, no Reino Unido e em Cingapura.
O acordo marca a maior compra internacional por uma companhia do Japão desde que a Japan Tobacco pagou US$ 19 bilhões pela britânica Gallaher. A operação também é a segunda maior aquisição da companhia japonesa depois de comprar a americana Millennium Pharmaceuticals, especializada em tratamento de câncer, por US$ 8,8 bilhões em 2008.
O acordo eleva a posição da Takeda no mundo de 16ª para 12ª companhia farmacêutica e o presidente-executivo, Yasuchika Hasegawa, afirmou que a empresa está aberta a mais aquisições. A Takeda, conhecida pela droga para diabetes Actos, que enfrenta expiração de patente nos Estados Unidos, também vai obter um portfólio de produtos de consumo. A transação também ajudará a empresa a expandir-se na Europa e mercados emergentes, além de gerar um aumento imediato do fluxo de caixa.
As informaçlões são do DCI - Diário Comércio Indústria e Serviços
A Nycomed é dona de medicamentos como Neosaldina, Dramin e Nebacetin. No Brasil, a companhia suíça atua desde a década de 1950 e no ano passado registrou receita de R$ 630 milhões no País. A Neosaldina, que passará às mãos da japonesa, obteve em 2010 o quarto lugar entre os medicamentos mais vendidos do País, segundo pesquisa da MS Health.
O negócio faz parte da estratégia da companhia japonesa de avançar nos mercados emergentes. Hoje, 40% da receita da Nycomed vêm de mercados como Ásia, Rússia e América Latina.
A aquisição deve ser concluída até setembro deste ano, informou a companhia.
Aa Takeda é hoje a maior companhia farmacêutica do Japão. Segundo analistas de mercado, a compra anunciada hoje, dará acesso à japonesa a um novo medicamento aprovado para tratamento de doenças pulmonares, que deve se provar uma importante fonte de crescimento de receita. A Nycomed está bem posicionada na Rússia e no Brasil e, no ano passado, comprou uma participação majoritária em uma companhia chinesa.
Mercados emergentes foram responsáveis por quase dois quintos da receita da companhia em 2010 e devem gerar 60% das vendas até 2015. As vendas nesses mercados saltaram 30% no ano passado.
Com sede em Osaka, Japão, a Takeda Pharmaceutical Company Limited foi fundada há 227 anos. A Takeda opera em vários países, incluindo Japão, Estados Unidos, China, Cingapura, Taiwan, Tailândia, Filipinas, Canadá, Áustria, França, Irlanda, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Itália e México. Além das filiais de pesquisa e desenvolvimento nos Estados Unidos, a empresa possui centros de pesquisa globais no Japão, no Reino Unido e em Cingapura.
O acordo marca a maior compra internacional por uma companhia do Japão desde que a Japan Tobacco pagou US$ 19 bilhões pela britânica Gallaher. A operação também é a segunda maior aquisição da companhia japonesa depois de comprar a americana Millennium Pharmaceuticals, especializada em tratamento de câncer, por US$ 8,8 bilhões em 2008.
O acordo eleva a posição da Takeda no mundo de 16ª para 12ª companhia farmacêutica e o presidente-executivo, Yasuchika Hasegawa, afirmou que a empresa está aberta a mais aquisições. A Takeda, conhecida pela droga para diabetes Actos, que enfrenta expiração de patente nos Estados Unidos, também vai obter um portfólio de produtos de consumo. A transação também ajudará a empresa a expandir-se na Europa e mercados emergentes, além de gerar um aumento imediato do fluxo de caixa.
As informaçlões são do DCI - Diário Comércio Indústria e Serviços
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Transferência do curso QUALIFICA do SINPROVIRT
Amigos, a pedido do Cler, estamos transmitindo a informação de que o curso QUALIFICA, realizado pelo SINPROVIRT, foi transferido do dia 05/03 para 01/08/2011.
O motivo da transferência foi o acidente com um dos diretores deste sindicato e responsável pela realização do curso.
Um abraço a todos.
EQUIPE REPINFORME
O motivo da transferência foi o acidente com um dos diretores deste sindicato e responsável pela realização do curso.
Um abraço a todos.
EQUIPE REPINFORME
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Vendas de medicamentos do Programa Farmácia Popular cresceu 45% no primeiro mês
O programa Farmácia Popular apresentou crescimento expressivo no primeiro mês de gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes. Cresceu 45% o número de autorizações (para venda e oferta grátis) de todos os 25 itens do Aqui Tem Farmácia Popular, entre 14 de fevereiro e 14 de março, nas farmácias da rede privada credenciadas ao programa. Esse período refere-se aos primeiros 28 dias do “Saúde Não Tem Preço”, ação do governo federal que, desde o dia 14 do último mês de fevereiro, subsidia 100% do valor dos medicamentos para hipertensão e diabetes.
Do início da gratuidade do programa até a última segunda-feira (14), foi retirado um total de 2,6 milhões de itens contra 1,8 milhão no período anterior (de 14 de janeiro a 14 de fevereiro). O aumento das autorizações para oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes foi ainda maior: cresceu 61% e 50%, respectivamente.
A gratuidade no Farmácia Popular beneficiou os usuários de medicamentos no país e trouxe vantagens tanto para as farmácias conveniadas quanto para a indústria farmacêutica. O salto nas retiradas de medicamentos mostra que o programa não só amplia o acesso da população à assistência farmacêutica como também é vantajoso para o comércio varejista ao alavancar as vendas de outros itens disponíveis nos estabelecimentos, “atraídas” pelos produtos disponíveis no Aqui Tem Farmácia Popular. “Com isso, as farmácias e drogarias credenciadas ao programa aumentam a competitividade no mercado em relação aos estabelecimentos não-conveniados”, analisa o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.
Para viabilizar a gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes disponíveis no programa, o ministério fez um intenso trabalho de articulação com produtores e distribuidores da indústria farmacêutica e também com os estabelecimentos parceiros do programa. Com isso, o setor produtivo e as unidades conveniadas, em uma atitude socialmente responsável, se comprometeram com o programa.
Do início da gratuidade do programa até a última segunda-feira (14), foi retirado um total de 2,6 milhões de itens contra 1,8 milhão no período anterior (de 14 de janeiro a 14 de fevereiro). O aumento das autorizações para oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes foi ainda maior: cresceu 61% e 50%, respectivamente.
A gratuidade no Farmácia Popular beneficiou os usuários de medicamentos no país e trouxe vantagens tanto para as farmácias conveniadas quanto para a indústria farmacêutica. O salto nas retiradas de medicamentos mostra que o programa não só amplia o acesso da população à assistência farmacêutica como também é vantajoso para o comércio varejista ao alavancar as vendas de outros itens disponíveis nos estabelecimentos, “atraídas” pelos produtos disponíveis no Aqui Tem Farmácia Popular. “Com isso, as farmácias e drogarias credenciadas ao programa aumentam a competitividade no mercado em relação aos estabelecimentos não-conveniados”, analisa o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.
Para viabilizar a gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes disponíveis no programa, o ministério fez um intenso trabalho de articulação com produtores e distribuidores da indústria farmacêutica e também com os estabelecimentos parceiros do programa. Com isso, o setor produtivo e as unidades conveniadas, em uma atitude socialmente responsável, se comprometeram com o programa.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Benefícios do Chocolate
Aos chocólatras de plantão...
Consumido com moderação, traz antioxidantes que ajudam a retardar o envelhecimento. O produto também é rico em cobre, que faz parte na renovação do sangue
A Páscoa está chegando e com ela a preocupação com a balança. A nutricionista Raquel Sanchez Franv, da Coordenadoria à Atenção a Saúde do Servidor diz que a quantidade ideal é uma porção por dia, daqueles chocolates em barra que correspondente aproximadamente a 30 gramas, ou 150 calorias.
“É bom separar a porção que vai comer no dia. Senão acaba comendo é o chocolate todo”, aponta a nutricionista. Uma das razões para a paixão por esta guloseima, explica Raquel, é o fato de o chocolate dar a sensação de prazer ao liberar endorfinas no cérebro.
Consumido com moderação, ele também traz antioxidantes ao organismo Essa substâncias ajudam a retardar o envelhecimento. O chocolate também é rico em cobre, que ajuda na renovação do sangue. A nutricionista recomenda optar pelo chocolate escuro, por ter menos gordura. Pelo fato do chocolate branco ser feito a partir da gordura do cacau.
Se você tem o hábito de consumir chocolate sem moderação tome cuidado, pois a gordura saturada pode elevar o colesterol ruim no sangue, podendo levar a doenças cardiovasculares.
Raquel Sanchez diz que consumir chocolate diet pensando que não vai engordar é um mito. “Ele não tem açúcar, mas é rico em gordura”.
Consumido com moderação, traz antioxidantes que ajudam a retardar o envelhecimento. O produto também é rico em cobre, que faz parte na renovação do sangue
A Páscoa está chegando e com ela a preocupação com a balança. A nutricionista Raquel Sanchez Franv, da Coordenadoria à Atenção a Saúde do Servidor diz que a quantidade ideal é uma porção por dia, daqueles chocolates em barra que correspondente aproximadamente a 30 gramas, ou 150 calorias.
“É bom separar a porção que vai comer no dia. Senão acaba comendo é o chocolate todo”, aponta a nutricionista. Uma das razões para a paixão por esta guloseima, explica Raquel, é o fato de o chocolate dar a sensação de prazer ao liberar endorfinas no cérebro.
Consumido com moderação, ele também traz antioxidantes ao organismo Essa substâncias ajudam a retardar o envelhecimento. O chocolate também é rico em cobre, que ajuda na renovação do sangue. A nutricionista recomenda optar pelo chocolate escuro, por ter menos gordura. Pelo fato do chocolate branco ser feito a partir da gordura do cacau.
Se você tem o hábito de consumir chocolate sem moderação tome cuidado, pois a gordura saturada pode elevar o colesterol ruim no sangue, podendo levar a doenças cardiovasculares.
Raquel Sanchez diz que consumir chocolate diet pensando que não vai engordar é um mito. “Ele não tem açúcar, mas é rico em gordura”.
Studio de Programação Visual
Está aí mais uma ótima opção para os que precisarem de um trabalho de webdesigner...
A empresa vem com a idéia de propor mais praticidade para seus clientes, confeccionando diversos tipos de materiais gráficos e impressões digitais, tais como: Criação de identidade visual, Cartões de visitas, Folders, Convites, Imãs de geladeiras, Receituários, Banners para eventos, Adesivos diversos, Fachada Comercial em Lona, etc.
Todo o processo poderá ser feito apenas pelo email, desde o orçamento, fechamento do serviço e entrega do material onde quer que seja.
A VISUALMIDIA PROPAGANDA, ainda vai dar uma moral para os reps, oferecendo 10% de desconto. Então não perca tempo procurando outras empresas, vá direto na VISUALMIDIA PROPAGANDA e procure por André Fabrício.
Confiram também o site: WWW.VISUALMIDIAPROPAGANDA.COM
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Nycomed realizará estudo global sobre terapia para tratamento da DPOC
Pesquisa clínica avaliará o uso de terapias combinadas para tratar a DPOC em 21 países, incluindo o Brasil.A Nycomed Pharma anuncia a realização de um estudo clínico global com o objetivo de avaliar os benefícios do medicamento Daxas® quando associado às terapias combinadas para tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC. Daxas® é o primeiro e único anti-inflamatório de uso oral que reduz a frequencia das exacerbações em pacientes que sofrem de DPOC. Neste estudo, aproximadamente 2 mil pacientes, em 21 países, incluindo o Brasil, utilizarão Daxas® durante o período de um ano, juntamente com medicamentos convencionais, como broncodilatadores (beta-2 agonistas ou anticolinérgicos) de longa duração associados a corticóides inalatórios. O objetivo é avaliar e reforçar sua eficácia na redução da incidência de exacerbações e na melhora da qualidade de vida dos pacientes.
Aprovado pela Anvisa em fevereiro de 2011, o Daxas® chegará ao mercado brasileiro ainda no primeiro semestre deste ano para revolucionar o tratamento da DPOC. Sua ação ajuda a diminuir as crises, também chamadas de exacerbações, que são responsáveis pela rápida progressão da doença e piora da qualidade de vida.
Segundo a OMS, as doenças respiratórias matam cerca de quatro milhões de pessoas por ano e todas são tratáveis e podem ser prevenidas. Segundo o DATASUS, a doença mata 33 mil pessoas por ano no Brasil e deve se tornar a terceira causa de morte até 2030 em todo o mundo.
Daxas® tem como principio ativo o Roflumilaste, sintetizado pela primeira vez no ano de 1993, pelo falecido Dr. Hermann Amschler, pesquisador do laboratório Byk Gulden, em Konstanz, Alemanha. É o primeiro fármaco de uma nova classe, os inibidores da fosfodiesterase 4. Daxas® atua com foco na inflamação específica da DPOC e já faz parte das Diretrizes Globais de Tratamento da DPOC (GOLD – Global Initiative for chronic Obstructive Lung Disease).
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Acordo com a Roche permitirá que Farmanguinhos produza medicamento contra rejeição de órgãos transplantados
Um acordo fechado na última quarta-feira, 30 de março, entre Farmanguinhos e a farmacêutica Roche permitirá que o Brasil passe a produzir o medicamento Micofenolato de Mofetila, indicado contra a rejeição de órgãos transplantados, principalmente rins.Já em 2011 Farmanguinhos fornecerá ao Sistema Único de Saúde (SUS) 9 milhões de comprimidos. Em 2010, o Ministério da Saúde gastou mais de R$ 15 milhões na aquisição do medicamento para pacientes transplantados. Com a internalização de todo o processo de produção do medicamento, a estimativa é que o gasto anual do governo diminua nos próximos anos.
A partir de 2012, a Farmanguinhos produzirá 20 milhões de comprimidos do Micofenolato de Mofetila por ano. A parceria entre Farmanguinhos e a Roche também prevê intercâmbio de tecnologia para a produção de medicamentos contra câncer, doenças neurológicas e virais. Participaram da assinatura, na sede da Fiocruz, o presidente da Instituição, Paulo Gadelha, o diretor de Farmanguinhos, Hayne Felipe, o presidente da Roche Mundial, Severin Schwane, e o secretário de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.
Fonte:
Texto e Imagem Portal Farmanguinhos
Por Alexandre Matos
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Medley é a empresa mais citada nas Mídias Sociais
Estudo inédito da MITI Inteligência apontou que a líder em genéricos é a empresa farmacêutica mais citada em notícias e redes sociais.
A MITI Inteligência realizou um estudo inédito sobre a indústria farmacêutica na era digital. Entre 19 e 23 de janeiro de 2011, foram capturadas mais de 850 interações em redes sociais, citando os termos “indústria farmacêutica”, “automedicação” ou um dos 13 laboratórios monitorados. “O objetivo da análise é avaliar como está a imagem das grandes empresas farmacêuticas junto à população”, explica Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.
A Medley, terceira maior empresa farmacêutica e líder em genéricos no Brasil, foi o laboratório mais citado, com 60% das interações em mídias sociais – Twitter, Facebook, Youtube, blogs, fóruns e sites de reclamação. Em seguida vieram as empresas Bayer, com 11,5% das menções, e Eurofarma, com 5,5%. A Medley investe em patrocínios para fortalecer sua imagem junto ao público e usa seu site oficial para promover o trabalho realizado, mantendo uma página exclusiva sobre o time de vôlei Medley Campinas e outra dedicada à equipe Medley de Stock Car.
Os patrocínios esportivos também foram responsáveis pela repercussão da Medley na imprensa. No período do estudo, foram monitoradas também notícias da imprensa on-line e o laboratório foi citado em um terço das veiculações. “Essa repercussão na imprensa influencia diretamente o buzz nas mídias sociais já que muitas das menções são replicações de notícias sobre a marca”, ressalta.
A Bayer, segundo laboratório farmacêutico mais citado no período, procura fortalecer sua imagem por meio de projetos de responsabilidade sócio-ambiental, entre eles, o Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais. No período do estudo, entretanto, 65% das menções em redes sociais foram negativas, replicando uma notícia que levantou a discussão sobre um dos inseticidas da marca que estaria matando abelhas em todo o mundo. “Devido à força da disseminação nas redes sociais, uma notícia pode resultar em um buzz negativo para a empresa. Não monitorar essa repercussão pode representar a perda de uma grande oportunidade, inclusive de fortalecimento da marca”.
O terceiro laboratório mais citado, Eurofarma, também deve boa parte de sua repercussão às atividades de patrocínio. O laboratório é ativo nas mídias sociais, mantendo um blog dedicado a sua equipe da stock car, uma página institucional no Facebook, perfil no Twitter, além de canal no Youtube e Flickr.
Os outros laboratórios monitorados – Abbott, Astrazaneca, Glaxosmithkline, Merck, Norvartis, Pfizer, Roche, Sanofi-Aventis, Wyeth e EMS – somaram juntos 23% de citações em mídias sociais. Na imprensa online, a Medley foi a mais citada com 33% das notícias capturadas, seguida pela Roche (16%), Sanofi-Aventis (13%) e Pfizer (12%).
Fonte: MITI
A MITI Inteligência realizou um estudo inédito sobre a indústria farmacêutica na era digital. Entre 19 e 23 de janeiro de 2011, foram capturadas mais de 850 interações em redes sociais, citando os termos “indústria farmacêutica”, “automedicação” ou um dos 13 laboratórios monitorados. “O objetivo da análise é avaliar como está a imagem das grandes empresas farmacêuticas junto à população”, explica Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.
A Medley, terceira maior empresa farmacêutica e líder em genéricos no Brasil, foi o laboratório mais citado, com 60% das interações em mídias sociais – Twitter, Facebook, Youtube, blogs, fóruns e sites de reclamação. Em seguida vieram as empresas Bayer, com 11,5% das menções, e Eurofarma, com 5,5%. A Medley investe em patrocínios para fortalecer sua imagem junto ao público e usa seu site oficial para promover o trabalho realizado, mantendo uma página exclusiva sobre o time de vôlei Medley Campinas e outra dedicada à equipe Medley de Stock Car.
Os patrocínios esportivos também foram responsáveis pela repercussão da Medley na imprensa. No período do estudo, foram monitoradas também notícias da imprensa on-line e o laboratório foi citado em um terço das veiculações. “Essa repercussão na imprensa influencia diretamente o buzz nas mídias sociais já que muitas das menções são replicações de notícias sobre a marca”, ressalta.
A Bayer, segundo laboratório farmacêutico mais citado no período, procura fortalecer sua imagem por meio de projetos de responsabilidade sócio-ambiental, entre eles, o Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais. No período do estudo, entretanto, 65% das menções em redes sociais foram negativas, replicando uma notícia que levantou a discussão sobre um dos inseticidas da marca que estaria matando abelhas em todo o mundo. “Devido à força da disseminação nas redes sociais, uma notícia pode resultar em um buzz negativo para a empresa. Não monitorar essa repercussão pode representar a perda de uma grande oportunidade, inclusive de fortalecimento da marca”.
O terceiro laboratório mais citado, Eurofarma, também deve boa parte de sua repercussão às atividades de patrocínio. O laboratório é ativo nas mídias sociais, mantendo um blog dedicado a sua equipe da stock car, uma página institucional no Facebook, perfil no Twitter, além de canal no Youtube e Flickr.
Os outros laboratórios monitorados – Abbott, Astrazaneca, Glaxosmithkline, Merck, Norvartis, Pfizer, Roche, Sanofi-Aventis, Wyeth e EMS – somaram juntos 23% de citações em mídias sociais. Na imprensa online, a Medley foi a mais citada com 33% das notícias capturadas, seguida pela Roche (16%), Sanofi-Aventis (13%) e Pfizer (12%).
Fonte: MITI
Sanofi Aventis compra a Genzyme por 19,2 Bilhões
Escrito por Fábio Reis | 16 Fevereiro 2011
Representantes da Sanofi não comentaram o assunto ontem. O porta-voz da Genzyme, Bo Piela, afirmou que não podia confirmar se um acordo já tinha sido fechado. O anúncio oficial deve ser feito hoje.
Doenças raras. A aquisição - a segunda maior da história envolvendo uma empresa de biotecnologia - dá à francesa Sanofi, que negociou com a Genzyme por quase nove meses, participação no mercado de medicamentos para doenças raras. Com isso, a Sanofi poderá compensar sua receita em declínio por conta de remédios que perderam a patente e enfrentam competição de genéricos.
Em 2010, acionistas da Genzyme rejeitaram uma oferta da Sanofi de US$ 69 por ação. Ontem, as ações da Genzyme registravam alta de 3,5% no meio da sessão em Nova York, para US$ 74,28. Já as ações da Sanofi subiam 1,8%.
As informações são da REUTERS
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